ARTIGO: A MÍDIA E A SOCIEDADE DO ESPETÁCULO

A comunicação é uma forma do indivíduo se apresentar ao mundo em que vive, ela surgiu na pré-história através do homem primata por meio de suas pinturas e gravuras.Com o passar dos anos ela foi se desenvolvendo, modernizando e sofisticando.Os primeiros meios de comunicação que foram jornais impressos e rádio,  através deles  as pessoas acompanhavam novelas pelo rádio apenas ouvindo e imaginando.Na década de 50 com a tecnologia a comunicação passou por  grandes transformações  , com o surgimento da televisão em preto e branco.A partir daí a população passou a receber informações do brasil e do mundo, em apenas uma pequena tela, com o tempo os jornais, rádios, TVs passaram não somente a passar notícias que interessavam a população, mas sim o que gerava retorno, passando a ser lei do retorno.Por conta dessa nova comunicação, os donos de algumas empresas passaram a noticiar os acontecimentos a partir do que era de seu interesse, maquiando a notícias e informações, não demonstrando nenhuma imparcialidade quanto aos fatos.com isso deu origem a sociedade do espetáculo.O ponto de partida será a categoria reificação, percebendo relações sociais entre pessoas e sua totalidade , determinadas por uma economia mercantil , nas quais a forma mercadoria se tornou, preponderante sobre toda a vida social. Nessa sociedade do espetáculo todos os indivíduos, são subordinados a uma determinação abstrata, comprometendo suas relações sociais.No entanto podemos concluir que o trabalho quantitativo assalariado e a abundância da super produção de mercadoria , nesse meio se apresenta como principais elementos de retificação das relações das pessoas , considerando que o indivíduo é um ser alienado não reconhecendo o que produz, mas sim sempre querendo sua produção por meio de troca.sendo esse algo a sua força de trabalho , recendo contra partida algo em troca (no caso um salário).O espetáculo é o estágio mais desenvolvido da sociedade baseado na produção do fetichismo de mercadoria , onde a vida humana se encontra submetida a uma forma de mercadoria.O homem vive suas relações de maneira cada vez mais predeterminada, através de seus interesses e não de sua essência.Dessa forma o homem torna-se prisioneiro de uma prisão sem grade , sedento por mercadorias, onde sua precária existência lhe basta, tornando-a essencial para sua vida, não conseguindo debater sobre o todo de suas relações sociais, até tentando refletir, porém sendo superficiais.A intenção desse artigo é reivindicar e entender que os homens devem concretamente ter o poder total sob seus resultados de sua atividade consciente.Portanto vemos que a inversão dessa realidade onde o não vivo(a matéria, mercadoria produzida pelo homem), adquiriu um poder sobre o vivo( no caso o ser humano), transformando e alienando o ser humano.Esse é o poder da mídia sobre o homem,tornando os homens em coisas dirigidas pela imagem do que produziram , submetendo as leis determinantes do mercado capitalista nesa moderna sociedade do espetáculo em que vivemos.

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